"Acreditar que não acreditamos em nada

é crer na crença do descrer" - por Millôr Fernandes

Tá bom, eu não sou nenhum Millôr Fernandes ou qualquer outro escritor famoso, nem tampouco uma celebridade esfuziante, mas eu fiz uma espécie de auto biografia. Mas por que uma biografia? Oras, pra dar uma resumida nas coisas de que gosto. Vai que alguém se interessa e resolve apostar em mim. ahaha

Então chega de nhe nhe nhe... e vamos lá: Meu nome é gigante, parece coisa de família real, mas eu assino como Cecília Abreu, então pronto: meu nome é Cecília Abreu. Nasci no Rio de Janeiro, no dia 07 de julho de 1981, portanto sou uma canceriana emotiva com 300 mil elementos de água e ar no mapa astral.

Gosto de esportes, artes em geral, textos jornalísticos e literários. Estou começando a carreira jornalística, mas também adoro desenhar e fotografar. Todas as ilustrações feitas nesse site são minhas. Caso, mais pra frente, eu utilize a de alguma outra pessoa, os créditos serão devidamente dados.

Gosto de pegar minha mochila gigante e sair mundo a fora, conhecer novas pessoas, hábitos e diferentes culturas. Se eu pudesse ganhar dindim fazendo isso, já me sentiria profissionalmente realizada.

Gosto de filosofar a respeito do comportamento humano. Fico instigada com a arte da ação e da reação das pessoas. Adoro animais, principalmente os cachorros, vacas e é claro, LHAMAS. As Lhamas cospem, são engraçadinhas, têm carinha de tranquilas e são afetuosas.

O Meu dia-a-dia
Atualmente, divido meu tempo entre as aulas da faculdade (estudo Jornalismo na FACHA - Faculdades Integradas Hélio Alonso), pedaladas pela orla carioca, sessões de fotografia e passeios simpáticos com meu cachorro remelento.
Sou repórter (estagiária) do JB Online, tendo já passado pelo Jornal Povo do Rio também.

Algumas matérias minhas já publicadas estão no link TEXTOS JORNALÍSTICOS. (Estou colocando estes textos aos poucos. Por isso, tome Lexotan e Diazepan e tenha muita calma).

Auto-retrato por Cecília Abreu

O que mais quero neste momento é poder aprender, receber críticas profissionais, trabalhar muito e melhorar cada vez mais a minha escrita.

A Vida como ela é... pra mim...

Uma das coisas que aprendi foram essas relações entre o efêmero e o eterno. Valorizo a justiça, o respeito e tenho ódio mortal do deboche, pelo deboche. Gosto de um sarcasmo afiado e também de piadas bobas. Não aprecio discussões desnecessárias acerca de bens materiais. Ainda estou aprendendo a lidar com meu perfeccionismo, que nem sempre é bom, e me esforçando para fazer as pazes com o relógio. No entanto, tenho noção do sentimento da transitoriedade de tudo.

Minha infância de menina, filha única, deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Estes dois elementos me fazem matutar e recomeçar quando necessário. Inicialmente, eu era muito introvertida, muito voltada para os desenhos e depois me tornei mais falante. Mais pra frente vieram os livros e algumas poesias e uma outra porta se abriu. Bom, por enquanto é isso. Esse site está nascendo aos poucos, que nem prestação das Casas Bahia.

Um Abraço a todos,

Cecília Abreu

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